Tomar atingiu neste domingo 44 graus de temperatura máxima

O Concelho de Tomar, atingiu neste domingo, dia 7 de agosto de 2016, mais um valor extremo de temperatura máxima, a nível nacional, ao atingir 44,0 graus Celsius.

Este valor está ainda longe do extremo máximo histórico verificado em Portugal, de 45,1 graus, mas torna Tomar ano após ano, na cidade mais quente do País, e mesmo a estação meteorológica com extremos de temperatura máxima, só pontualmente ultrapassado pela estação da Amareleja e, mais raramente, da de Évora e da de Alvega (Abrantes).

Este ano Tomar detém todos os record’s de temperatura máxima: dia 7 de agosto com 44,0; dia 25 de julho, com 43,3; dia 6 de agosto com 43,0 e dia 17 de julho com 42,8

Subida de mais de 10 graus em Tomar

**Subida acentuada da temperatura na parte ocidental do território**

Informação Meteorológica Comunicado válido entre 2016-07-22
11:43 e 2016-07-26 11:43

Subida acentuada da temperatura na parte ocidental do território

Na sequência da descida da temperatura registada hoje, dia 22 de julho de 2016, irá ocorrer uma subida rápida e muito significativa para amanhã, dia 23.
Nas regiões do litoral oeste, incluindo a Beira Litoral, Estremadura e o Barlavento algarvio as temperaturas máximas terão subidas da ordem de 7 a 10°C. Na parte restante do território a subida da temperatura máxima
será da ordem de 2 a 5 °C. Registar-se-á também uma subida da remperatura mínima, mas menos expressiva.

No dia 24, domingo,haverá ainda uma subida da temperatura, prevendo-se que a temperatura máxima atinja valores entre os 30 e 40°C na maior parte do território, excetuando as terras altas e alguns locais do litoral onde se prevê valores entre 25 e 30 °C e as regiões de Alentejo, Vale do Tejo e Vale do Douro onde se prevê valores entre 40 e 42°C.A temperatura mínima, a partir do dia 24, domingo, deverá registar valores entre 20 e 23°C na generalidade das regiões a sul do sistema montanhoso Montejunto Estrela, e entre 15 e 20 °C no restante território.

Este episódio de tempo quente deverá prolongar-se até ao final da próxima semana nas regiões do interior. Contudo, haverá uma descida da temperatura no dia 25, segunda-feira, no litoral centro e, generalizando-se a todo o litoral, incluindo a região interior da Beira litoral e Estremadura, no dia 26.

Sex, 22 Jul 2016 11:43:37

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Tomar atingiu 42,8 graus neste domingo, batendo o record do ano em Portugal

Os termómetros quase não aguentavam o calor que se fez sentir em Tomar: foram nada menos do que 42,8 graus Celsius, um recorde este ano. A partir de quarta-feira temperatura desce ligeiramente.

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Ainda assim, as temperaturas elevadas registadas durante o fim de semana não são consideradas uma onda de calor pelo IPMA
NUNO VEIGA/LUSA

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Agência Lusa
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Foi um fim-de-semana quente, quentinho. O calor era tanto que, no domingo, fez disparar os termómetros na cidade de Tomar para valores ainda não registados este ano: nada menos do que 42,8 graus Celsius.

Ainda assim, as temperaturas elevadas registadas durante o fim de semana não são consideradas uma onda de calor pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Maria João Frada explicou à agência Lusa que uma onda de calor só ocorre quando, numa determinada estação, “temos seis dias consecutivos em que a temperatura máxima é superior em cinco graus à temperatura média”, avançando que, neste momento, “ainda não houve nenhuma estação” este ano em que se tenha registado uma onda de calor.

De acordo com a meteorologista, o tempo quente que se fez sentir no fim de semana foi “o episódio em que, durante este verão”, houve “maior persistência de dias em que as temperaturas foram elevadas, em que houve maior contribuição para uma situação de onda de calor”, ma sem a atingir.

As temperaturas mais elevadas registadas neste episódio ocorreram no dia 17 de julho, em Tomar, com 42,8 graus Celsius, e no Vale do Tejo, com 42,3, avançou Maria João Frada.

“No entanto, no início de julho, houve também um episódio com temperaturas elevadas, muito perto das que se observaram agora, a partir do dia 14 de julho, que foi, por exemplo, em Elvas [que registou 42,5 graus] no dia 3 de julho”, disse.

Já em Lisboa e em Setúbal, no dia 15 de julho, verificou-se uma temperatura máxima de 36,8 e 38,2 graus Celsius, respetivamente.

Segundo o IPMA, a partir de hoje espera-se uma “pequena descida dos valores de temperatura máxima nas regiões do Litoral Oeste”, à exceção de Braga, de Coimbra e de Leiria, que ainda mantêm o aviso de tempo quente, sobretudo na “parte mais interior desses distritos”.

“No Litoral, na faixa costeira, temos muita nebulosidade baixa, que, eventualmente, na região Centro poderá permanecer todo o dia”, sublinhou Maria João Frada, avançando que “as temperaturas não vão ultrapassar os 25 graus Celsius”.

A descida da temperatura entende-se, a partir de terça-feira, às regiões Norte e Centro, enquanto no Baixo Alentejo e no Algarve se prevê uma pequena subida de temperatura máxima “na ordem de dois, três graus Celsius”, frisou a meteorologista.

A partir de quarta-feira, e sobretudo nas regiões do Litoral, Centro e Sul, “vamos sentir uma pequena nova descida dos valores da temperatura máxima, e uma intensificação do vento”, disse, prevendo que a situação se mantenha até sexta-feira.

Até lá, o vento vai ser em geral fraco, soprando “em regime de nortada durante a tarde, apenas na faixa costeira ocidental, portanto, é muito temporário”, salientou.

Relativamente à temperatura da água do mar, na costa sul do Algarve, são esperadas temperaturas entre os 20 e os 23 graus Celsius.

“Na costa ocidental, temos valores de temperatura da água do mar a variar entre os 15 graus Celsius, mais a norte, e os 17, 18, mais a sul”, avançou. De acordo com o IPMA, no fim de semana espera-se uma nova subida da temperatura máxima.

Pequena onda de calor atravessa Tomar desde quinta dia 14 a domingo 17 de Julho

Fruto de uma circulação de vento leste e nordeste, o Concelho de Tomar vive desde esta quinta-feira, dia 14 de julho, aquilo que poderá vir a constituir uma onda de calor, que terá possivelmente continuação até domingo, dia 17 de julho.

As temperaturas máximas estarão a rondar os 40 graus Celsius, com unidades relativas muito baixas, inferiores a 20%.

Dado o avanço da estiagem, que foi acelerada nas últimas semanas pelo vento persistente e moderado, o índice de risco temporal de incêndio será extremo(5) ou muito elevado(4).

http://www.meteopt.com/modelos/meteogramas/gfs.php?lat=39.63&lon=-8.32&lang=pt&type=graph&units=m

Tomar será a cidade mais quente no primeiro dia de Verão

Nesta terça-feira, dia 21 de Junho, a cidade de Tomar será a cidade mais quente do País, atingindo este ano pela primeira vez os 40 graus Celsius de temperatura.

Em 2015 o primeiro dia em que foi atingido os 40 graus, foi na sexta-feira dia 30 de maio, valor que só viria a ser atingido de novo no final de Julho.

Tomar mantém-se assim, repetidamente como a cidade mais quente do País, com valores extremos nacionais. De notar que de todas as estações metrológicas do País, só a localidade alentejana da Amareleja tem extremos de temperatura máxima superiores a Tomar. No entanto entre as cidades portuguesas é Tomar a campeã das temperaturas máximas registadas em Portugal, desde que há registos.

O dia 21 de Junho de 2016 vai ser assim, apenas mais um dia em que essa situação se confirma.

http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.localidade.hora/index.jsp

Quatro anos e meio depois de inciados os contactos, Monitorização da Bacia do Nabão avança

Foi já assinado um protocolo entre o Município de Tomar e o Instituto Politécnico, através do seu Laboratório de Investigação Aplicada em Riscos Naturais (NHRC.ipt) com o fim de enquadrar o desenvolvimento de atividades de cooperação nos domínios da investigação, divulgação de estratégias e medidas de mitigação e de prevenção de riscos naturais e de riscos mistos.
O protocolo, que foi assinado por Anabela Freitas, em representação do Município, e Eugénio Pina de Almeida, representante do Politécnico, com a duração de quatro anos, automaticamente renováveis, prevendo que a coordenação das atividades caiba a uma comissão de gestão, constituída por um representante de cada Instituição.

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Panorama do Rio Nabão na última cheia com consequências graves no vale, ocorrida no outono de 2006 (antes das intervenções Polis)

No âmbito deste protocolo vão ser desde já realizados um trabalho de campo e de pesquisa para o estudo do risco de cheias no rio Nabão, bem como criada uma metodologia na área geográfica da bacia do mesmo rio, com vista a implementar um sistema de monitorização dos riscos naturais e antrópicos, nos quais se destacam os riscos de inundações, mas onde, de uma forma continuada, serão igualmente recolhidos e tratados parâmetros hidrológicos, de qualidade da água, atmosféricos, do uso do solo e de práticas agro-florestais.

Os trabalhos de campo e a pesquisa já se encontram a ser realizados e, este protocolo específico, está enquadrado no protocolo-base assinado em 2014 entre o Município de Tomar e o Instituto Politécnico de Tomar, dando consequência prática à estratégia definida na candidatura do PS à autarquia, de reforçar as parcerias estratégicas com o IPT e com o Convento de Cristo. Aliás desde esse momento que praticamente todas as organizações e trabalhos do Município são realizados em parceria com estas duas importantes entidades de Tomar.

Recordo aliás que este desafio, de monitorização do Rio Nabão e estudo da Bacia, com o objetivo de prevenir/antecipar as cheias, foi lançado na primeira hora nas conversações da atual gestão municipal, com a equipa do CeNIT/IBM e Instituto Politécnico de Tomar, onde tive a oportunidade de estar, pela presidente Anabela Freitas, mesmo antes da tomada de posse, ocorrida a 17 de outubro de 2013. O desafio lançado foi o de agregar valor do CeNIT e do Politécnico, para a região. O primeiro exemplo de aplicação foi, como sabemos, a App criada no âmbito da pós graduação, para a Festa dos Tabuleiros.

Convém ainda recordar que desde outubro de 2011, sentindo na altura essa necessidade, enquanto responsável político pela proteção civil municipal, tive oportunidade de desenvolver as primeiras conversações no Instituto Politécnico, com a Escola Superior de Gestão, nesse sentido. Naturalmente que, após a entrega dos pelouros que o PS fez no final de novembro desse ano, todo o processo ficou parado, até que neste mandato foi retomado.

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Nascente do Agroal, o local onde até 2/6/2011, houve monitorização do Rio (foto de janeiro 2010)

É de crucial importância o trabalho que vai ser desenvolvido, especialmente quando sabemos que desde o dia 2 de junho de 2011, os sistemas de monitorização instalados no Agroal, pelos serviços (http://snirh.pt) hoje integrados na Agência Portuguesa do Ambiente, estão avariados e nunca esses serviços aceitaram a disponibilidade do Município para os reparar e colocar de novo em funcionamento.

De então para cá, a única forma de monitorizar o Rio Nabão, aquando de expectáveis cheias é deslocar alternadamente uma viatura de bombeiros, de hora a hora, de Tomar ou de Caxarias, para "ler" a escala hidrológica aí instalada e a partir daí seguir um modelo de análise e decisão, deixado pela vereação que tive oportunidade de liderar de 2009 a 2011.

Tal método não é, como é óbvio, um método eficaz para monitorizar o Rio. Esta decisão é assim talvez a mais importante tomada neste mandato e que terá a sua repercussão no médio prazo, só tendo par coma decisão de mecanizar as comportas da Levada a par da construção do açude insuflável do Flecheiro.

Post Scriptum,
No link seguinte pode observar-se um exemplo de estudo possível, com base no conhecimento disponível hoje em dia e das vantagens de um trabalho como aquele que vai ser desenvolvido a partir de agora, no âmbito desta parceria entre o Instituto Politécnico de Tomar e o Município de Tomar.

Site da APA – modelação hidrológica (Outubro 2015)

Tomar resistiu à Che ia

O Concelho de Tomar viveu este Domingo, dia 1 de Abril, uma das suas maiores provas de nervos e de estudo, face às intervenções realizadas entre 2007 e 2011, no seio do curso do Rio Nabão, após as cheias do outono de 2006, que inundaram toda a baixa da cidade.

Na altura o rio “saltou” na Levada (Rua Everard), escassas 4 horas após o primiero pico de cheia no Agroal, com 3,05 metros, tendo vindo a atingir o seu máximo com a cota hidrométrica de 4,80 metros no Agroal.

Neste dia 31 de Março, as principais leituras no Agroal, foram as seguintes:
11H00 – 3,00m
12H30 – 3,24m
13H20 – 3,30m
15H20 – 3,70m
18H00 – 4,60m
19H30 – 5,00m
20H30 – 5,15m
22H00 – 5,20m
24H30 – 5,00m

Apesar de se terem ultrapassado de forma significativa todos os máximos anteriores, o Rio manteve-se dentro do seu curso na cidade, não tendo galgado as proteções junto à Levada, apesar de desde as 15H00 estas terem sido reforçadas, o que a não se ter verificado, teria toda a Levada e Praceta Alves Redol ficado parcialmente inundada.

Comprova-se assim ser possivel, através de um trabalho de prevenção, com ênfase na limpeza e afundamento sistemático do Rio, prevenir consequências maiores para os bens das pessoas, tendo sido essencial para esta melhoria a instalação do dique insuflável do flecheiro e subsequente limpeza do leito do Rio em 2008 entre o Açude dos Frades e o Açude do Flecheiro e em 2011, entre o Açude do Flecheiro e o Padrão.

No entanto todo o curso inferior do Nabão, entre a Ponte de Marianaia e o Açude da Matrena, se encontra inundado, especialmente junto à Quinta do Falcão – Moinho Novo, junto à confluência com a Ribeira da Bezelga, a qual manteve durante todo o dia uma cota hidrométrica próximas dos 3,00metros. A última cota observada com significância, havia sido 2,75metros no último episódio de cheia em 6/1/2011, quando se havia atingido os 3,26metros no Agroal, também sem quaisquer consequências na Cidade.

Cheia eminente na Cidade de Tomar

Hoje, dia 31 de Março, pelas 12H30 o nível hidrométrico no Agroal, a 4 horas de distância de água da Cidade de Tomar, ultrapassou o nível de alerta para cheia – os 3,26 metros.
A última vez que este nível foi ultrapassado, no outono de 2006, houve cheia na Cidade de Tomar.
A 6/1/2011, este nível foi atingido, sem no entanto se observar qualquer cheia na Cidade, muito em virtude da criação do açude insuflável e da limpeza do Rio na Cidade após as cheias de 2006.

No Outono de 2011, foi intervencionado o Rio a juzante do açude insuflável do Flecheiro, o que aumentou a capacidade de carga do Rio, pelo que o nível crítico de cheia deve estar hoje acima dos 3,30 metros no Agroal.

Às 13H30, segundo o CDOS, o nível já ultrapassara os 3,30m, pelo que é quase inevitável um episódio de cheia na Cidade de Tomar, o qual se pode prever para acontecer entre as 16H00 e as 17H00, deste Domingo de Páscoa.
O primeiro local a ser inundado será, como habitual, a Rua Everard, na EN113, entre a chamada Ponte velha e a Rotunda Alves Redol. É expectável que a EN110, em Carvalhos de Figueiredo fique com atravessamento condicionado e por volta das 19H00-20H00, junto ao Moinho Novo (cruzamento da EN110, com a EN358 para o Castelo do Bode) na confluência da Ribeira da Beselga com o Rio Nabão se observe também um episódio de cheia.

Fim de semana chuvoso, seguido de semana de frio

O frio vai ser uma constante ainda nesta Quinta-feira e a partir da próxima Terça-feira, na região de Tomar, onde as mínimas poderão andar entre os zero e os três graus positivos. No Sábado iniciar-se-á um período de chuva, com forte incidência no Domingo, onde poderá atingir no total do dia os 20 mm de precipitação.

Especial atenção à circulação automóvel, durante o próximo Domingo, dia 17 de Março.

Activado Plano Espec ial de Emergência pa ra Cheias na Bacia d o Tejo no nível AMAR ELO – Informação úti l.

Fruto das chuvas dos últimos dias foi activado o Plano Especial de Emergência para Cheias na Bacia do Tejo no nível AMARELO. Apesar de no momento não se esperar consequências de maior no concelho de Tomar, aqui ficam um conjunto de conselhos da Protecção Civil que todos devem seguir:

“Retire, das zonas confinantes, normalmente inundáveis, equipamentos agrícolas, industriais, viaturas e outros bens;

Leve os animais para locais seguros, retirando os rebanhos que se encontram nas zonas que serão provavelmente inundáveis;

Não atravessar com viaturas ou a pé estradas ou zonas alagadas;

Manter-se informado através dos Órgãos de Comunicação Social ou dos Agentes de Protecção Civil, desenvolvendo as acções necessárias para a sua protecção, da família e bens.”

Na região os efeitos, segundo informação das 10h da manhã do Comando Distrital da Protecção Civil, são os seguintes:

“Neste momento os seguintes locais/estradas estão afectados pela situação hidrológica relatada:

Submersão do parque de estacionamento de Constância (rio Zêzere);

Submersão da Estrada de Meias (Coruche)

Submersão da Estrada da Amieira (EM1427) (Coruche)

Submersão da Estrada do Rebolo (Municipal H) (Coruche)

De acordo com os caudais observados, pode verificar-se possível submersão durante o dia de hoje da EN365 na ponte do Alviela e a jusante do Pombalinho.”

A situação na estação hidrológica do Agroal, que mantém um aviso de 4 Horas sobre qualquer ocorrência na cidade de Tomar, está dentro dos padrões normais, muito abaixo dos 3m, não se prevendo assim qualquer risco para o vale inferior do Nabão.

https://protegetomar.wordpress.com/2013/01/19/situacao-meteorologica-adversa-em-tomar/