Até sexta-feira PROTEJA-SE do frio intenso

A Autoridade Nacional de Proteção Civil, emitiu um alerta AMARELO para a nossa região, válido das 21H00 desta terça-feira, dia 17 de janeiro, até às 5H00 de sexta-feira, dia 20 de janeiro.

Prevê-se que neste período, as temperaturas mínimas sejam extremamente baixas, de valores inferiores aos que vêm sendo observados, já neste mês de janeiro de 2017. Recorda-se que Tomar atingiu (fonte www.meteoTomar.info):

dia 1 de janeiro (domingo), -3,4ºC;

dia 8 de janeiro (domingo), -3,3ºC;

dia 15 de janeiro (domingo), -3,8ºC.

Nos anos anteriores as temperaturas mínimas observadas (inferiores a -3ºC) foram as seguintes:

17/12/2010, -4,9ºC;

30/1/2011, -3,1ºC;

1/2/2011, -3,6ºC;

2/2/2011, -3,7ºC;

30/12/2011, -3,5ºC

9/1/2012, -3,8ºC;

10/1/2012, -3,9ºC;

29/1/2012, -3,6ºC;

30/1/2012, -3,4ºC;

31/1/2012, -2,8ºC;

1/2/2012, -2,7ºC;

2/2/2012, -3,3ºC;

3/2/2012, -6,9ºC;

4/2/2012, -5,7ºC;

5/2/2012, -5,7ºC; (onda de frio entre 29/1 e 5/2/2012)

9/2/2012, -4,1ºC;

10/2/2012, -5,4ºC;

11/2/2012, -4,4ºC;

12/2/2012, -6,8ºC;

13/2/2012, -6,8ºC;

14/2/2012, -3,0ºC;

15/2/2012, -4,3ºC;

16/2/2012, -3,9ºC; (onda de frio entre 9 e 16/2/2012)

23/2/2012, -4,2ºC;

24/2/2012, -4,3ºC;

25/2/2012, -3,7ºC;

26/2/2013, -3,2ºC;

26/11/2013, -3,1ºC;

28/11/2013, -3,2ºC;

2/12/2013, -3,8ºC;

3/12/2013, -3,8ºC;

4/12/2013, -3,8ºC;

8/12/2013, -4,9ºC;

30/12/2014, -6,2ºC;

31/12/2014, -5,6ºC;

1/1/2015, -3,6ºC;

2/1/2015, -4,1ºC;

3/1/2015, -4,3ºC;

4/1/2015, -3,6ºC;

5/1/2015, -4,0ºC;

6/1/2015, -2,0ºC;

7/1/2015, -2,2ºC;

8/1/2015, -3,9ºC;

9/1/2015, -3,8ºC;

10/1/2015, -4,1ºC;(onda de frio entre 30/12/2014 e 10/1/2015)

7/2/2015, -4,2ºC;

8/2/2015, -3,2ºC;

9/2/2015, -3,7ºC;

Constatamos nos últimos 6 anos, a existência de 3 ondas de frio, a mais longa das quais, durante 12 dias seguidos, há dois anos e as duas anteriores, ambas em 2012.

A temperatura mínima mais baixa, dos últimos 6 anos, foi registada no dia 3 de fevereiro de 2012, com -6,9ºC

A proteção civil nacional, divulga os seguintes cuidados a ter, não havendo para o Concelho de Tomar, qualquer informação de ativação de qualquer Plano Espacial de contingência para o risco de frio intenso.

Neve pode voltar a Tomar nos dias 18 a 20 de janeiro

O concelho de Tomar pode voltar a ser palco de um nevão no decurso da semana que inclui os dias 18, 19 e 20 de janeiro.

A manter-se a previsão para esses dias, uma forte massa de ar frio com circulação de Leste, vindo assim do interior da península ibérica, associado a uma humidade relativa elevada, com probabilidade de chuva – especialmente para a sexta-feira, dia 20 de janeiro, pode levar à queda de neve em Tomar.

Por esses dias – 18 a 20, a quota de neve, que define a probabilidade em
altitude de haver queda de neve, está em valores muito baixos, próximos de zero ou escassas dezenas de metros, o que coloca Tomar como candidata a ser um a das cidades a ter neve.

Naturalmente que nosnoroximos dias pode haver alterações que alterem significativamente esta possibilidade.

Desde o último fim de semana de janeiro de 2006 que não neva em Tomar.

Tomar mantém mínimas muito negativas

Neste início de ano de 2017, Tomar está a ter vários dias com temperaturas mínimas muito baixas.

Nesta madrugada de Domingo, dia 8 de janeiro, atingiu-se os 3,3 graus negativos, apenas mais 0,1 que se tinham atingido na madrugada do dia de ano novo..

Nos últimos anos, só em dois anos foram atingidas temperaturas menores em janeiro: 2015 com 4,3 graus negativos e em 2012, com 3,9 graus negativos.

Preve-se a continuidade destas manhãs e madrugadas muito frias nos próximos dias.

Primeira noite com temperaturas negativas

Depois de um mês de novembro com temperaturas mínimas normais para a época e dum início de dezembro com a continuidade dessa normalidade, o concelho de Tomar passou nesta noite e madrugada a sua primeira noite sempre com temperaturas negativas.

Segundo o sistema de observação instalado em Valdonas, reportado pelo site meteoTomar, foram atingidas mínimas de 2,7 graus negativos.

Nos próximos dias haverá um pequeno aumento das temperaturas mínimas, mas o frio irá continuar.

Tomar atingiu neste domingo 44 graus de temperatura máxima

O Concelho de Tomar, atingiu neste domingo, dia 7 de agosto de 2016, mais um valor extremo de temperatura máxima, a nível nacional, ao atingir 44,0 graus Celsius.

Este valor está ainda longe do extremo máximo histórico verificado em Portugal, de 45,1 graus, mas torna Tomar ano após ano, na cidade mais quente do País, e mesmo a estação meteorológica com extremos de temperatura máxima, só pontualmente ultrapassado pela estação da Amareleja e, mais raramente, da de Évora e da de Alvega (Abrantes).

Este ano Tomar detém todos os record’s de temperatura máxima: dia 7 de agosto com 44,0; dia 25 de julho, com 43,3; dia 6 de agosto com 43,0 e dia 17 de julho com 42,8

Subida de mais de 10 graus em Tomar

**Subida acentuada da temperatura na parte ocidental do território**

Informação Meteorológica Comunicado válido entre 2016-07-22
11:43 e 2016-07-26 11:43

Subida acentuada da temperatura na parte ocidental do território

Na sequência da descida da temperatura registada hoje, dia 22 de julho de 2016, irá ocorrer uma subida rápida e muito significativa para amanhã, dia 23.
Nas regiões do litoral oeste, incluindo a Beira Litoral, Estremadura e o Barlavento algarvio as temperaturas máximas terão subidas da ordem de 7 a 10°C. Na parte restante do território a subida da temperatura máxima
será da ordem de 2 a 5 °C. Registar-se-á também uma subida da remperatura mínima, mas menos expressiva.

No dia 24, domingo,haverá ainda uma subida da temperatura, prevendo-se que a temperatura máxima atinja valores entre os 30 e 40°C na maior parte do território, excetuando as terras altas e alguns locais do litoral onde se prevê valores entre 25 e 30 °C e as regiões de Alentejo, Vale do Tejo e Vale do Douro onde se prevê valores entre 40 e 42°C.A temperatura mínima, a partir do dia 24, domingo, deverá registar valores entre 20 e 23°C na generalidade das regiões a sul do sistema montanhoso Montejunto Estrela, e entre 15 e 20 °C no restante território.

Este episódio de tempo quente deverá prolongar-se até ao final da próxima semana nas regiões do interior. Contudo, haverá uma descida da temperatura no dia 25, segunda-feira, no litoral centro e, generalizando-se a todo o litoral, incluindo a região interior da Beira litoral e Estremadura, no dia 26.

Sex, 22 Jul 2016 11:43:37

Ver localização no mapa <http://www.ipma.pt/pt/otempo/comunicados/>

Ler mais <http://www.ipma.pt/pt/geofisica/comunicados/

Tomar atingiu 42,8 graus neste domingo, batendo o record do ano em Portugal

Os termómetros quase não aguentavam o calor que se fez sentir em Tomar: foram nada menos do que 42,8 graus Celsius, um recorde este ano. A partir de quarta-feira temperatura desce ligeiramente.

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Ainda assim, as temperaturas elevadas registadas durante o fim de semana não são consideradas uma onda de calor pelo IPMA
NUNO VEIGA/LUSA

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Agência Lusa
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METEOROLOGIACIÊNCIA
Foi um fim-de-semana quente, quentinho. O calor era tanto que, no domingo, fez disparar os termómetros na cidade de Tomar para valores ainda não registados este ano: nada menos do que 42,8 graus Celsius.

Ainda assim, as temperaturas elevadas registadas durante o fim de semana não são consideradas uma onda de calor pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Maria João Frada explicou à agência Lusa que uma onda de calor só ocorre quando, numa determinada estação, “temos seis dias consecutivos em que a temperatura máxima é superior em cinco graus à temperatura média”, avançando que, neste momento, “ainda não houve nenhuma estação” este ano em que se tenha registado uma onda de calor.

De acordo com a meteorologista, o tempo quente que se fez sentir no fim de semana foi “o episódio em que, durante este verão”, houve “maior persistência de dias em que as temperaturas foram elevadas, em que houve maior contribuição para uma situação de onda de calor”, ma sem a atingir.

As temperaturas mais elevadas registadas neste episódio ocorreram no dia 17 de julho, em Tomar, com 42,8 graus Celsius, e no Vale do Tejo, com 42,3, avançou Maria João Frada.

“No entanto, no início de julho, houve também um episódio com temperaturas elevadas, muito perto das que se observaram agora, a partir do dia 14 de julho, que foi, por exemplo, em Elvas [que registou 42,5 graus] no dia 3 de julho”, disse.

Já em Lisboa e em Setúbal, no dia 15 de julho, verificou-se uma temperatura máxima de 36,8 e 38,2 graus Celsius, respetivamente.

Segundo o IPMA, a partir de hoje espera-se uma “pequena descida dos valores de temperatura máxima nas regiões do Litoral Oeste”, à exceção de Braga, de Coimbra e de Leiria, que ainda mantêm o aviso de tempo quente, sobretudo na “parte mais interior desses distritos”.

“No Litoral, na faixa costeira, temos muita nebulosidade baixa, que, eventualmente, na região Centro poderá permanecer todo o dia”, sublinhou Maria João Frada, avançando que “as temperaturas não vão ultrapassar os 25 graus Celsius”.

A descida da temperatura entende-se, a partir de terça-feira, às regiões Norte e Centro, enquanto no Baixo Alentejo e no Algarve se prevê uma pequena subida de temperatura máxima “na ordem de dois, três graus Celsius”, frisou a meteorologista.

A partir de quarta-feira, e sobretudo nas regiões do Litoral, Centro e Sul, “vamos sentir uma pequena nova descida dos valores da temperatura máxima, e uma intensificação do vento”, disse, prevendo que a situação se mantenha até sexta-feira.

Até lá, o vento vai ser em geral fraco, soprando “em regime de nortada durante a tarde, apenas na faixa costeira ocidental, portanto, é muito temporário”, salientou.

Relativamente à temperatura da água do mar, na costa sul do Algarve, são esperadas temperaturas entre os 20 e os 23 graus Celsius.

“Na costa ocidental, temos valores de temperatura da água do mar a variar entre os 15 graus Celsius, mais a norte, e os 17, 18, mais a sul”, avançou. De acordo com o IPMA, no fim de semana espera-se uma nova subida da temperatura máxima.

Pequena onda de calor atravessa Tomar desde quinta dia 14 a domingo 17 de Julho

Fruto de uma circulação de vento leste e nordeste, o Concelho de Tomar vive desde esta quinta-feira, dia 14 de julho, aquilo que poderá vir a constituir uma onda de calor, que terá possivelmente continuação até domingo, dia 17 de julho.

As temperaturas máximas estarão a rondar os 40 graus Celsius, com unidades relativas muito baixas, inferiores a 20%.

Dado o avanço da estiagem, que foi acelerada nas últimas semanas pelo vento persistente e moderado, o índice de risco temporal de incêndio será extremo(5) ou muito elevado(4).

http://www.meteopt.com/modelos/meteogramas/gfs.php?lat=39.63&lon=-8.32&lang=pt&type=graph&units=m

Tomar será a cidade mais quente no primeiro dia de Verão

Nesta terça-feira, dia 21 de Junho, a cidade de Tomar será a cidade mais quente do País, atingindo este ano pela primeira vez os 40 graus Celsius de temperatura.

Em 2015 o primeiro dia em que foi atingido os 40 graus, foi na sexta-feira dia 30 de maio, valor que só viria a ser atingido de novo no final de Julho.

Tomar mantém-se assim, repetidamente como a cidade mais quente do País, com valores extremos nacionais. De notar que de todas as estações metrológicas do País, só a localidade alentejana da Amareleja tem extremos de temperatura máxima superiores a Tomar. No entanto entre as cidades portuguesas é Tomar a campeã das temperaturas máximas registadas em Portugal, desde que há registos.

O dia 21 de Junho de 2016 vai ser assim, apenas mais um dia em que essa situação se confirma.

http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.localidade.hora/index.jsp

Quatro anos e meio depois de inciados os contactos, Monitorização da Bacia do Nabão avança

Foi já assinado um protocolo entre o Município de Tomar e o Instituto Politécnico, através do seu Laboratório de Investigação Aplicada em Riscos Naturais (NHRC.ipt) com o fim de enquadrar o desenvolvimento de atividades de cooperação nos domínios da investigação, divulgação de estratégias e medidas de mitigação e de prevenção de riscos naturais e de riscos mistos.
O protocolo, que foi assinado por Anabela Freitas, em representação do Município, e Eugénio Pina de Almeida, representante do Politécnico, com a duração de quatro anos, automaticamente renováveis, prevendo que a coordenação das atividades caiba a uma comissão de gestão, constituída por um representante de cada Instituição.

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Panorama do Rio Nabão na última cheia com consequências graves no vale, ocorrida no outono de 2006 (antes das intervenções Polis)

No âmbito deste protocolo vão ser desde já realizados um trabalho de campo e de pesquisa para o estudo do risco de cheias no rio Nabão, bem como criada uma metodologia na área geográfica da bacia do mesmo rio, com vista a implementar um sistema de monitorização dos riscos naturais e antrópicos, nos quais se destacam os riscos de inundações, mas onde, de uma forma continuada, serão igualmente recolhidos e tratados parâmetros hidrológicos, de qualidade da água, atmosféricos, do uso do solo e de práticas agro-florestais.

Os trabalhos de campo e a pesquisa já se encontram a ser realizados e, este protocolo específico, está enquadrado no protocolo-base assinado em 2014 entre o Município de Tomar e o Instituto Politécnico de Tomar, dando consequência prática à estratégia definida na candidatura do PS à autarquia, de reforçar as parcerias estratégicas com o IPT e com o Convento de Cristo. Aliás desde esse momento que praticamente todas as organizações e trabalhos do Município são realizados em parceria com estas duas importantes entidades de Tomar.

Recordo aliás que este desafio, de monitorização do Rio Nabão e estudo da Bacia, com o objetivo de prevenir/antecipar as cheias, foi lançado na primeira hora nas conversações da atual gestão municipal, com a equipa do CeNIT/IBM e Instituto Politécnico de Tomar, onde tive a oportunidade de estar, pela presidente Anabela Freitas, mesmo antes da tomada de posse, ocorrida a 17 de outubro de 2013. O desafio lançado foi o de agregar valor do CeNIT e do Politécnico, para a região. O primeiro exemplo de aplicação foi, como sabemos, a App criada no âmbito da pós graduação, para a Festa dos Tabuleiros.

Convém ainda recordar que desde outubro de 2011, sentindo na altura essa necessidade, enquanto responsável político pela proteção civil municipal, tive oportunidade de desenvolver as primeiras conversações no Instituto Politécnico, com a Escola Superior de Gestão, nesse sentido. Naturalmente que, após a entrega dos pelouros que o PS fez no final de novembro desse ano, todo o processo ficou parado, até que neste mandato foi retomado.

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Nascente do Agroal, o local onde até 2/6/2011, houve monitorização do Rio (foto de janeiro 2010)

É de crucial importância o trabalho que vai ser desenvolvido, especialmente quando sabemos que desde o dia 2 de junho de 2011, os sistemas de monitorização instalados no Agroal, pelos serviços (http://snirh.pt) hoje integrados na Agência Portuguesa do Ambiente, estão avariados e nunca esses serviços aceitaram a disponibilidade do Município para os reparar e colocar de novo em funcionamento.

De então para cá, a única forma de monitorizar o Rio Nabão, aquando de expectáveis cheias é deslocar alternadamente uma viatura de bombeiros, de hora a hora, de Tomar ou de Caxarias, para "ler" a escala hidrológica aí instalada e a partir daí seguir um modelo de análise e decisão, deixado pela vereação que tive oportunidade de liderar de 2009 a 2011.

Tal método não é, como é óbvio, um método eficaz para monitorizar o Rio. Esta decisão é assim talvez a mais importante tomada neste mandato e que terá a sua repercussão no médio prazo, só tendo par coma decisão de mecanizar as comportas da Levada a par da construção do açude insuflável do Flecheiro.

Post Scriptum,
No link seguinte pode observar-se um exemplo de estudo possível, com base no conhecimento disponível hoje em dia e das vantagens de um trabalho como aquele que vai ser desenvolvido a partir de agora, no âmbito desta parceria entre o Instituto Politécnico de Tomar e o Município de Tomar.

Site da APA – modelação hidrológica (Outubro 2015)